domingo, 24 de fevereiro de 2013

A mariolatria

 



A idolatria é comparada ao adultério, pois os votos de fidelidade a Deus são quebrados. (Os. 1: 2; I Co. 10: 12,20; Jr. 3: 14).
A Bíblia deixa claro que o ídolo em si, nada é ( Jr. 2: 11; 16: 20). O ídolo é meramente um pedaço de madeira ou de pedra, esculpido por mãos humanas, que nenhum poder tem em si mesmo.

“ Assim que, quanto ao comer das coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que o ídolo nada é no mundo e que não há outro Deus, senão um só.” (I Co. 8: 4).

O marianismo é um dos elementos que descaracteriza o Catolicismo Romano como religião puramente cristã. A adoração a Maria é uma unanimidade nacional nas famílias de tradição católica.
Maria foi agraciada mais do que todas as outras mulheres, porque lhe foi concedido ser a mãe de Jesus. Mas as Escrituras não ensinam em lugar algum que devemos dirigir-lhe orações, nem adorá-la, nem atribuir-lhe títulos especiais. Maria é digna do nosso respeito, mas somente o Filho é digno da nossa adoração.
Maria foi escolhida por Deus porque ela achou graça diante dEle (Cf. Gn 6: 8). Sua vida santa e humilde agradou tanto a Deus, que Ele a escolheu para tão sublime missão ( 2 Tm 2: 21).
A benção de Maria, por ter sido escolhida trouxe-lhe grande alegria, mas também muita dor e sofrimento (Lc. 2.35), uma vez que seu Filho seria rejeitado e crucificado.
Nesta vida, a chamada de Deus sempre envolve benção e sofrimento, alegria e tristeza, sucesso e desilusão.
A mariolatria é o culto ou a adoração a Maria estabelecidos pelo catolicismo Romano ao longo dos séculos.
Os católicos acreditam que Maria permaneceu virgem depois do parto. Eles defendem a doutrina da perpétua virgindade de Maria, pois conclui que ela não gerou mais filhos além de Jesus. Mas a luz da Bíblia isso não é verdade, Jesus teve irmãos e irmãs.

“E, falando ele ainda à multidão, eis que estavam fora sua mãe e seus irmãos, pretendendo falar-lhe” (Mt. 12: 46).

“Não é este o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, e de José, e de Judas, e de Simão? E não estão aqui conosco suas irmãs? E escandalizavam-se nele.” ( Mc. 6: 3).

Os líderes católicos afirmam que “irmãos” aqui significa “primos” ou irmãos no sentido de irmandade (irmãos em Cristo, irmão crente, irmão de igreja).
Porém esses argumentos são facilmente refutados pela Palavra de Deus.

“Depois disso, desceu a Cafarnaum, ele, e sua mãe , e seus irmãos, e seus discípulos, e ficaram ali não muitos dias.” ( Jo. 2: 12).

Jesus tinha mãe, irmãos, irmãs e discípulos. (Jo 7: 3-5).
O Catolicismo Romano também outorgou a Maria, o título de Theotokos, expressão grega que significa Mãe de DEUS.
A Bíblia diz que Deus é eterno ( Sl. 90:2, Is. 40: 28), e , como tal, não tem começo como pode Deus ter mãe? Há contra-senso teológico nessa declaração. A mãe e antes do filho, isso pressupõe a divindade de Maria, que seria antes de Deus, mas Ele existe por si mesmo (Êx. 3: 14). A Bíblia esclarece que Maria é mãe do Jesus homem e nunca mãe de Deus (At 1: 14).
Por estas e outras razões o Catolicismo Romano tem perdido tantos membros. A verdade deve ser pregada e ensinada.

“Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo, homem.” (I Timóteo 2: 5).

É somente através de Jesus Cristo que podemos aproximamos de Deus (Hb. 7: 25), confiando na sua morte expiatória para nos remir dos nossos pecados, e orando com fé, pedindo forças e misericórdia divinas para nos ajudar em todas as nossas necessidades (Hb. 4: 14-16).
Não devemos permitir que criatura alguma usurpe o lugar de Cristo em nossa vida, dirigindo-se-lhe orações. (Hb. 8: 6; 9: 15; 12: 24).

Referências Bibliográficas:

Bíblia de Estudo Pentecostal. Revista e corrigida edição de 1995.

Lições Bíblicas Jovens e Adultos. 2º trimestre de 2006 CPAD.

A promessa da salvação






A partir da promessa que foi feita no Éden (Gn 3:15), aonde Deus prometeu para o homem que enviaria um salvador.
A humanidade passou a viver dias de grande expectação, aguardando o cumprimento dessa promessa.
Com o passar dos tempos, Deus escolheu o patriarca Abraão e prometeu-lhe suscitar dentre os seus descendentes o Redentor (Gn 12:1-7; Gl 3:16).
Deus preparando o mundo para a vinda do seu Filho, falou através dos profetas, avisando-o do grande acontecimento de todos os tempos.
Assim Isaías, o profeta messiânico, disse a respeito do Cristo: “... PREPARAI o caminho do Senhor, ENDIREITAI no ermo vereda a nosso Deus”.

Notamos, portanto em primeiro lugar, a preparação para este grande acontecimento, a vinda de Jesus ao mundo.
Israel foi preparado de diversas formas, através da lei, das profecias e do cativeiro. Deus fez uso desses meios para ensinar e prepará-los para vinda de Jesus. Desde o princípio Deus estava empenhado em prevenir o mundo deste acontecimento (Gn 3:15; 49:10; Deut. 18:15-18; Nm 24:16-17; Mq 5:3). Entretanto, o povo israelita não teve bom êxito, não reconheceram o Messias, nem tão pouco o recebeu.

“ Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele e o mundo não o conheceu. Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.” (Jo 1:10-11).

A promessa da salvação é a mais preciosa de todas as promessas das Escrituras. E todo crente (salvo) tem essa certeza guardada dentro do seu coração. Ela é a maior prova da misericórdia de Deus. Em todo o Antigo Testamento as Escrituras apontaram para esse grande acontecimento, a encarnação do Filho de Deus.
Deus demonstrando a sua justiça e bondade, não deixou de punir o homem pelo seu pecado lá no Éden, mas também demonstrou seu amor. (Gn 3:15-21).
Através da promessa da salvação, nós crentes (salvos) fomos tirados da escravidão do pecado, a nossa comunhão com o Criador foi restaurada e temos a certeza da nossa salvação.
É por isso que cada um de nós, tem a obrigação de falar do amor de Deus, pregando a sua palavra, mostrando para as pessoas que essa promessa não é especificamente para um grupo de pessoas, mas que é para qualquer pecador. E para o homem ser participante dessa maravilhosa promessa, basta somente que creia na suficiência da graça manifesta em Cristo Jesus, (Rm 10:8-10) a salvação é para todos os que aceitam Jesus como o Senhor da sua vida.

“Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3:16).

Jesus veio ao mundo para cumprir a sua missão, para dar vitória ao homem pecador. Jesus se humilhou, se desfez, esvaziou-se, deixando a glória que Ele tinha junto ao Pai, para se assemelhar aos homens, e mais ainda, até a forma de servo pela grande paixão da morte. (Filip. 2:8; Hb 2:9).
Portanto, Cristo veio cumprir na plenitude dos tempos, a promessa da salvação, prefigurada no primeiro sacrifício realizado no Jardim do Éden. (Gn 3:21).
Sendo assim, a condição de Deus para a salvação humana é o arrependimento e a fé. O homem precisa confiar em Deus para receber a salvação, crer em Deus para a salvação é mais do que partilhar um conjunto de doutrinas, é uma decisão contínua de negar-se a si mesmo e seguir os passos de Cristo (Mt 16:24).
Crer em Deus não é simplesmente fazer parte de uma denominação religiosa, nem tão pouco dizer que é crente.

“ Tu crês que há um só Deus? Fazes bem também os demônios o crêem e estremecem.” (Tg 2:19).

O homem precisa se arrepender dos seus pecados, voltando-se para Aquele que, com amor nos atraiu para si, para que não mais vivêssemos em condenação (Rm 8:1).
O primeiro passo que o homem deve fazer para ser salvo é se expor à Palavra de Deus. Ouvir a palavra com atenção, com reflexão, com reverência, com interesse, com sede de conhecer a verdade.

“ E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará .” (Jo 8:32).

Depois se arrepender de seus pecados, confessá-los e deixá-los.
O terceiro passo é aceitar o convite de Jesus e permitir que Ele more no seu coração.

“Eis que estou á porta, e bato. Se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo.” (Ap. 3:20).

Ao aceitar esse convite você passará a ser uma nova criatura.

“ Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram, eis que tudo se fez novo.” (II Cor. 5:17).
FJ

A divinização do homem


As profundas mudanças por que passou a Europa no final da Idade Média expressaram-se, no plano da cultura, em verdadeira revolução: o Renascimento, que se iniciou na península Itálica no século XIV e se estendeu até o século XVII por toda Europa. Os artistas, escritores e pensadores renascentistas exprimiram em suas obras os ideais, os valores e a visão de mundo da nova sociedade que emergia da crise do mundo medieval.
Na Idade Média, grande parte da produção intelectual e artística estava ligada à igreja. Seus temas e seus valores expressavam uma dimensão religiosa e as relações com Deus. Na Idade Moderna, a arte e o saber voltaram-se para o mundo concreto, para a humanidade e sua capacidade de transformar o mundo. [1]
O Renascimento teve início na península Itálica, e foi apoiado pelos burgueses, que se tornaram os principais patrocinadores desse movimento.
As principais características da sociedade renascentista foram o racionalismo, o individualismo e o antropocentrismo.
Essa filosofia humanista que até hoje é propagada em nosso meio, tem colocado o homem como o centro de tudo, excluindo a Palavra de Deus e o próprio Deus, de suas conjecturas. Essa filosofia ensina que o homem e o universo são apenas originários da energia que se transformou em matéria, por obra do acaso.

“No princípio, criou Deus os céus e aterra.” (Gn.1:1).

“E disse Deus: façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra.” (Gn.1:26).

Muitos tem distorcido a mensagem de Gênesis 1.26 , inclusive alguns “cristãos” que admitem a divinização do homem, baseando-se em uma exegese totalmente falsa do texto de Gênesis 1.26.
Esse texto, apenas esclarece que o homem tem um valor especial como criatura. E que a imagem de Deus refere-se apenas à nossa natureza moral-intectual-espiritual. Não podemos interpretar como se fosse semelhança física. Deus não possui forma física ou humana.

“Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade, por que o Pai procura a tais que assim o adorem.
Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” (Jo. 4.23,24).

Então, concluímos que a cultura renascentista e moderna está ligada ao antropocentrismo do grego anthropos (humano); e kentron (centro) que é uma concepção que considera que a humanidade deve permanecer no centro do entendimento dos humanos, isto é, o universo deve ser avaliado de acordo com a sua relação com o homem.
O humanismo renascentista propõe o antropocentrismo no lugar do teocentrismo, que mostra Deus no centro de tudo.

“Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glória, pois, a ele eternamente. Amém!” (Rm 11.36).

Referência Bibliografica:

01.ARRUDA,José Jobson de A. e PILETTI, Nelson. Toda a história.11º.ed.São Paulo,Àtica,2002.

Abraão o pai da nação judaica



Ur dos Caldeus foi uma cidade da Mesopotâmia localizada a cerca de 160 Km a sudeste da cidade de Babilônia, perto do rio Eufrates, na região hoje chamada Iraque. De acordo com o texto de Atos 7.2,3, Estevão declara que foi nessa terra que o patriarca Abraão recebeu o chamado divino.

“E disse o sumo sacerdote: Porventura, é isto assim?
E ele disse: Varões irmãos e pais, ouvi. O Deus da glória apareceu a Abraão, nosso pai, estando na Mesopotâmia, antes de habitar em Harã, e disse-lhe: Sai da tua terra e dentre a tua parentela e dirigi-te à terra que eu te mostrar.” ( Atos 7.2,3).

“Ora, o Senhor disse a Abrão: Sai-te da tua terra, e da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei. E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei, e engrandecerei o teu nome, e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra.” (Gn 12.1-3).

Conforme relata a Bíblia e a história, Abraão foi o patriarca responsável pela formação da nação judaica. Foi ele que junto com sua mulher Sarai e seu sobrinho Ló, que saiu de Harã Para irem à terra prometida.

“Assim, partiu Abrão, como o Senhor lhe tinha dito, e foi Ló com ele; e era Abrão da idade de setenta e cinco anos, quando saiu de Harã.
E tomou Abrão a Sarai, sua mulher e a Ló, o filho de seu irmão, e toda a sua fazenda, que haviam adquirido e as almas que lhe acresceram em Harã; e saíram para irem à terra de Canaã; e vieram à terra de Canaã.” (Gn. 12.4-5).

Dessa família surgiria uma nação escolhida, de pessoas que se separassem das práticas ímpias doutras nações, para fazerem a vontade de Deus. Dessa nação viria Jesus Cristo, o Salvador do mundo, o prometido descendente da mulher (Ver Gn 3:15). [1]

O antigo território da Palestina estava localizado próximo ao mar Mediterrâneo, em uma região de contrastes profundos: de um lado, litoral pouco favorável à navegação, Zona montanhosa árida e planaltos semi- áridos; de outro, o vale do rio Jordão, onde havia vegetação e terras férteis. Mas o território era atraente por outro motivo: era local de passagem entre a África e a Ásia, ou seja, entre o Egito e a Mesopotâmia.
Na época em que os hebreus chegaram à Palestina, a região era habitada por diversos povos: cananeus e filisteus viviam no litoral; nômades semitas, como os amalecitas, no sul; edomitas, moabitas e arameus, no leste e no norte. [2]

Abrão permaneceu na terra prometida como peregrino, somente mais tarde foi que Deus entregou a terra de Canaã a seus descendentes.

“Pela fé, habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa.” (Hb.11.9).

Bibliografia de referência:

01. Bíblia de Estudo Pentecostal, pg. 50

02.ARRUDA,José Jobson de A. e PILETTI, Nelson. Toda a história.11º.ed.São Paulo,Àtica,2002.

A semente da promessa abraâmica

“Sendo, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos, apareceu o Senhor a Abrão e disse-lhe:
Eu sou o Deus Todo- poderoso; anda em minha presença e sê perfeito.
E porei o meu concerto entre mim e ti e te multiplicarei grandissimamente.” (Gn 17:1-2).

Embora já fizesse mais de duas décadas que Deus tinha feito a primeira promessa a Abrão, e mesmo ele aprovando a atitude precipitada de Sarai, de terem um filho através de Agar, serva de Sarai, Deus não se esqueceu do que tinha prometido a Abrão. (Gn 12:1-4).

Entre o povo da Mesopotâmia, o costume, quando a esposa era estéril, era deixar que a sua serva tivesse filhos com o esposo. Esses filhos eram considerados filhos legítimos daquela esposa.
Apesar de existir então esse costume, a tentativa de Abrão e Sarai de terem um filho através da união de Abrão com Agar não teve a aprovação de Deus (Gn. 2:24). O NT fala do filho de Agar como sendo o produto do esforço humano “segundo a carne”, e não “segundo o Espírito” (Gl. 4:29).
Segundo a carne, equivale ao planejamento puramente carnal, humano, natural. Noutras palavras, nunca se deve tentar cumprir o propósito de Deus usando métodos que não são segundo o Espírito, mas esperando com paciência no Senhor e orando com fervor. [1]

“E Agar deu um filho a Abrão; e Abrão chamou o nome do seu filho que tivera Agar, Ismael.
E era Abrão da idade de oitenta e seis anos, quando Agar deu Ismael a Abrão. “(Gn. 16:15-16).

Após treze anos do nascimento de Ismael, e vinte e quatro anos depois da primeira promessa que Deus tinha feito a Abrão, Deus aparece novamente a Abrão que agora estava com noventa e nove anos. (Gn. 17: 1-17). E embora Sarai sendo estéril e de idade avançada, Deus promete para Abrão que através dela Ele lhe concederia um filho.

“E disse Deus: Na verdade, Sara tua mulher, te dará um filho, e chamarás o seu nome Isaque; e com ele estabelecerei o meu concerto perpétuo para a sua semente depois dele.” (Gn. 17:19).

É provável que Abraão tenha deixado a incredulidade tomar conta do seu ser. (Gn.17:17)
Afinal, como poderia acontecer o que o Senhor tinha dito?

Humanamente falando, seria impossível um casal de idosos terem um filho. Além do mais Sara era estéril.
Porém, quando o Senhor se apresentou a Abrão, Ele disse:

“Eu sou o Deus Todo-poderoso; anda em minha presença e sê perfeito.” (Gn. 17:1 b).

E Ele sendo o Deus do impossível pode realizar qualquer obra. O senhor é onipotente!
E assim fez o Senhor, cumprindo aquilo que tinha prometido.

“E o Senhor visitou a Sara, como tinha dito; e fez o senhor a Sara como tinha falado.
E concebeu Sara e deu a Abraão um filho na sua velhice, ao tempo determinado, que Deus lhe tinha dito.” ( Gn. 21:1-2).

Deus procurou estabelecer o concerto abraâmico com cada geração seguinte, a partir de Isaque, filho de Abraão. Noutras palavras, não bastava que Isaque tivesse por pai a Abraão; ele, também, precisava aceitar pela fé as promessas de Deus. Somente então é que Deus diria: “ Eu sou contigo, e abençoarte-ei, e multiplicarei a tua semente. (Gn. 26:24).[1]

Glórias sejam dadas ao Deus de Abraão, Isaque e Jacó!

Notas:

01.Bíblia de Estudo Pentecostal.(pg. 55 e 73).